Arquivos arquitetura - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/arquitetura/ A coragem de enxergar diferente Wed, 24 Apr 2024 15:55:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cropped-focando-no-positive_lente-32x32.png Arquivos arquitetura - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/arquitetura/ 32 32 195204525 7 materiais ecológicos que você precisa conhecer https://www.focandonopositivo.com.br/7-materiais-ecologicos-que-voce-precisa-conhecer/ https://www.focandonopositivo.com.br/7-materiais-ecologicos-que-voce-precisa-conhecer/#respond Fri, 12 Apr 2024 14:44:52 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5901 A consciência ambiental é mais do que uma preocupação, mas uma necessidade urgente. Tomar decisões sustentáveis tornou-se uma prática essencial em todas as esferas da vida. E quando se trata de construção e reforma, essa abordagem é ainda mais vital. Isso impulsionou a pesquisa e o desenvolvimento de materiais de construção ecologicamente corretos. Compreender o […]

O post 7 materiais ecológicos que você precisa conhecer apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

A consciência ambiental é mais do que uma preocupação, mas uma necessidade urgente. Tomar decisões sustentáveis tornou-se uma prática essencial em todas as esferas da vida. E quando se trata de construção e reforma, essa abordagem é ainda mais vital.

Isso impulsionou a pesquisa e o desenvolvimento de materiais de construção ecologicamente corretos.

Compreender o conceito de materiais de construção sustentáveis e suas características é fundamental. Essa compreensão nos capacita a fazer escolhas mais conscientes desde o início de um projeto, garantindo que nossas construções atendam às nossas necessidades imediatas e  a preservação do meio ambiente para as futuras gerações.

Como reconhecer um material sustentável

Um material de construção sustentável, em geral, é aquele que causa menos danos ao meio ambiente, à saúde das pessoas que trabalham com ele na obra e aos trabalhadores durante o processo produtivo.

Podem ser industrializados ou artesanais, mas é essencial que não sejam tóxicos e sejam menos poluentes. Alguns critérios podem te ajudar a definir se um determinado material é ecológico ou não. Veja!

  1. Fonte e extração da matéria-prima: verifique se a origem e a retirada ocorrem de maneira legal.
  2. Processo produtivo: procure saber se durante a produção há pouco gasto de energia e água, além dos desperdícios.
  3. Responsabilidade dos fornecedores: cheque as políticas e questões legais da empresa fornecedora.
  4. Certificações e selos: procure por produtos que sejam certificados, que atestam e dão credibilidade.

No Topo

1-Concreto reciclado

A ideia do concreto reciclado consiste em usar os resíduos da própria obra para substituir os materiais de fontes naturais, geralmente usados na sua composição. Para fazer o material, mistura-se cimento, água, areia e pedras do tipo brita.

2- Bioconcreto

O material é feito com a adição de um componente biológico — um tipo de bactéria — acrescentado na mistura. Dessa forma, o microorganismo consegue selar fissuras no concreto de modo autônomo. O bioconcreto ainda está sendo testado em construções ao redor do mundo, mas vem ganhando projeção e, em breve, deve ser algo bastante usado.

3-Telhas ecológicas

Telhas ecológicas são telhas projetadas para serem mais sustentáveis e amigáveis ao meio ambiente, feitas de materiais reciclados ou renováveis como plástico reciclado, borracha ou madeira certificada, em contraste com telhas tradicionais de cerâmica ou concreto.

Elas contribuem para a redução do consumo de energia em residências e edifícios devido às suas propriedades de isolamento térmico eficientes, minimizando a necessidade de ar-condicionado ou aquecedores.

Além disso, ao utilizar materiais reciclados ou renováveis, as telhas ecológicas ajudam a reduzir a demanda por recursos naturais e a minimizar o impacto ambiental.

4-Tijolos ecológicos

Os tijolos ecológicos estão cada vez mais ganhando espaço no mercado da construção civil.

Existem diversos tipos: industrializados, como o Replast — feito de plástico retirado dos oceanos — e artesanais, como os de solo-cimento — que tem um processo de fabricação que não exige queima em forno à lenha, o que evita desmatamentos e não polui o ar.

5- Lâmpadas de LED

As lâmpadas de LED duram muito mais do que as incandescentes, que já foram até retiradas do mercado. A vida útil deste material de LED é cerca de 25 vezes maior do que a das incandescentes e quatro vezes maior quando comparado às fluorescentes, de acordo com o Inmetro.

Apesar de o custo ainda ser mais alto, a lâmpada de LED é mais resistente e isso também a torna mais econômica. O LED também não emite radiação ultravioleta nem infravermelha, e reduz bastante a conta de energia.

Mas lembre-se de priorizar a luz natural.

6-Blocos de adobe

Muito comum no interior do Brasil (Minas Gerais, Goiás e Bahia), o bloco de adobe já era usado em construções milenares, como a da Muralha da China. A técnica consiste no molde de uma mistura de água, terra e fibras naturais (palha e esterco, por exemplo) que pode ser feito na própria obra.

A nuvem acústica de lã de PET

7-Isolamento ecológico

Alguns materiais usados nos isolamentos comuns têm componentes químicos e podem ser cortantes, como a fibra de vidro. Mas, o mercado já oferece alternativas para essa etapa da construção. Algumas soluções são inusitadas, como o isolamento fabricado a partir de jeans reciclados, jornal, papelão, lã mineral e garrafas PET.

Com informação da Casa Vogue

O post 7 materiais ecológicos que você precisa conhecer apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/7-materiais-ecologicos-que-voce-precisa-conhecer/feed/ 0 5901
Florianópolis: descobrindo o encanto do seu Mercado Público https://www.focandonopositivo.com.br/florianopolis-descobrindo-o-encanto-do-seu-mercado-publico/ https://www.focandonopositivo.com.br/florianopolis-descobrindo-o-encanto-do-seu-mercado-publico/#respond Wed, 28 Feb 2024 00:15:55 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5804 Neste mês de fevereiro, celebram-se 122 anos do Mercado Público de Florianópolis, a capital do estado de Santa Catarina, no sul do Brasil, famosa por suas praias. Trata-se de um destino icônico, que continua encantando com sua arquitetura, diversidade e história. Venha conosco conhecer esse lugar imperdível. Focando no Positivo esteve lá e vivenciou uma […]

O post Florianópolis: descobrindo o encanto do seu Mercado Público apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Neste mês de fevereiro, celebram-se 122 anos do Mercado Público de Florianópolis, a capital do estado de Santa Catarina, no sul do Brasil, famosa por suas praias. Trata-se de um destino icônico, que continua encantando com sua arquitetura, diversidade e história.

Venha conosco conhecer esse lugar imperdível. Focando no Positivo esteve lá e vivenciou uma experiência sensacional, agora compartilhada para que você não perca esse momento especial!

Ao adentrar o imponente edifício amarelo, seus sentidos são aguçados por cores vibrantes, vozes em diversos idiomas, aromas irresistíveis de comidas saborosas, peças de artesanato, roupas, e a alegria contagiante dos lojistas.

O local de fácil acesso onde hoje fica o edifício, era um espaço que mercadores e pescadores vendiam seus produtos ao ar livre.

Foto: Site do Mercado Público de Floripa

Com o anúncio de que o Imperador Dom Pedro I visitaria a cidade, os comerciantes foram removidos do local e em meados do século XIX foi construída uma estrutura, que posteriormente foi ampliada e se tornou o edifício que hoje conhecemos.

Preservando o padrão arquitetônico, o prédio tombado pelo patrimônio histórico municipal é um testemunho vivo da história local.

Sua função de unir a comunidade permanece forte, conquistando cada vez mais admiradores pelos seus estabelecimentos únicos, como lojas, bares, cafeterias e restaurantes.

Tudo e além

Próximo ao mar, além de ser um local perfeito para almoços e encontros entre amigos, o mercado oferece uma ampla variedade de opções, desde bares acolhedores até lojas de pescados e presentes.

Os visitantes são atraídos pela diversidade dos boxes, que oferecem artesanato, calçados, comércio em geral, confecção, empório, hortifruti, peixaria e açougue.

Neste prédio histórico de arquitetura bonita onde muitas coisas se passaram, entre alegrias e tristezas, continua a transbordar o cotidiano do povo florianopolitano.

Apesar dos desafios, como o incêndio de 2005 que exigiu a reconstrução da ala norte, o Mercado Público renasceu com a última grande reforma iniciada em 2013, preservando-se os mesmos conceitos arquitetônicos antigos.

Agora, totalmente revitalizado, o Mercado permanece aberto nos dias úteis das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 14h, com bares estendendo seu horário.

Uma verdadeira celebração da tradição e da renovação em pleno coração de Florianópolis.

O post Florianópolis: descobrindo o encanto do seu Mercado Público apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/florianopolis-descobrindo-o-encanto-do-seu-mercado-publico/feed/ 0 5804
Descubra o tijolo sustentável feito de resíduos de construção https://www.focandonopositivo.com.br/descubra-o-tijolo-sustentavel-feito-de-residuos-de-construcao/ https://www.focandonopositivo.com.br/descubra-o-tijolo-sustentavel-feito-de-residuos-de-construcao/#respond Tue, 13 Jun 2023 16:52:04 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4292 Você já deve ter ouvido que a indústria da construção civil é considerada uma das mais agressivas ao meio ambiente. Parte deste impacto ambiental se deve aos resíduos de obras e demolições, na maioria, não-degradáveis ou de difícil degradação. Segundo dados da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), o […]

O post Descubra o tijolo sustentável feito de resíduos de construção apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Você já deve ter ouvido que a indústria da construção civil é considerada uma das mais agressivas ao meio ambiente. Parte deste impacto ambiental se deve aos resíduos de obras e demolições, na maioria, não-degradáveis ou de difícil degradação.

Segundo dados da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), o Brasil gera aproximadamente 84 milhões de m³ desses resíduos.

Pelo próprio padrão construtivo brasileiro, o maior percentual de descarte é o de argamassa (63%), seguido de concreto e blocos (29%). Ainda mais preocupante que o lixo doméstico, este resíduo da construção civil representa um grande volume para os aterros sanitários.

Um material difícil de ser compactado e degradado, que contribui para esgotar rapidamente o espaço disponível.

O tijolo K-Briq

Quer solução mais óbvia para os resíduos de construção do que aproveitá-los para criar novos materiais?

Batizado de K-Briq, o tijolo sustentável da startup escocesa Kenoteq  e desenvolvido pela brasileira Gabriela Medero, na Universidade Heriot-Watt de Edimburgo, na Escócia, possui 90% de sua matéria-prima reciclada.

A criação rendeu à profissional um lugar na lista Top 50 Women in Engineering (WE50).

O K-Briq é desenvolvido pela professora de engenharia Gabriela Medero na Universidade Heriot-Watt de Edimburgo

Outro bônus é que a peça não é queimada, evitando a emissão de gases poluentes, outro impacto preocupante do setor.

Segundo relatório publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em 2020, a construção civil e sua indústria são responsáveis por 38% das emissões de dióxido de carbono (CO₂).

“Este é o primeiro tijolo do mundo feito com 90% de resíduos de construção e demolição. Ele é produzido com um décimo das emissões de gás carbônico, usando menos que um décimo da energia necessária para a fabricação de um tijolo tradicional”, afirma Gabriela.

A engenheira passou mais de 10 anos desenvolvendo o produto na universidade escocesa, movido pelo desejo de reduzir o impacto ambiental da indústria da construção.

“Passei muitos anos pesquisando materiais de construção e me preocupei com o fato de que as modernas técnicas de construção exploram matérias-primas sem considerar que estão entre os maiores contribuintes para as emissões de carbono”, disse ela ao site Dezeen. “A quantidade de lixo que eles produzem não é sustentável a longo prazo.”

Este é o primeiro tijolo do mundo feito com 90% de resíduos de construção e demolição

Segundo Medero, o K-Briq se parece com um tijolo normal, tem o mesmo peso e se comporta como um tijolo de barro, mas oferece melhores propriedades de isolamento. A empresa diz que pode produzi-los em qualquer cor.

Além de economizar energia no processo de fabricação, a Kenoteq reduz as emissões ao produzir os tijolos localmente. A empresa está produzindo seus tijolos em um centro de reciclagem em Edimburgo, minimizando consideravelmente a quantidade de transporte necessária no processo

O K-Briq gera menos de um décimo das emissões de carbono em sua fabricação do que um tijolo comum

“Além disso, produzimos os tijolos em uma instalação de reciclagem de resíduos, reduzindo os km de transporte”, completa.

Reduz em 90% consumo de água

“A indústria da construção enfrenta um tremendo desafio ao atingir as metas de descarbonização. A indústria envia mais de 800 milhões de toneladas de resíduos para aterros na Europa todos os anos, com um enorme custo para si própria e para o ambiente. No Reino Unido, a construção e o ambiente construído representam aproximadamente 50% de todos os resíduos gerados na Escócia” disse Sam Chapman, diretor administrativo da Kenoteq ao site Scottish Construction Now.

A empresa foi escolhida para receber um Fundo de Investimento Zero Waste Scotland, desenvolvido para estimular iniciativas de economia circular na Europa.

A Kenoteq também recebeu diversas premiações pelo desenvolvimento do produto inovador. Segundo a startup, o K-Briq está passando pela certificação final e chegará à comercialização no Reino Unido já no final de 2022.

O K-Briq se parece com um tijolo normal e podem produzi-los em qualquer cor

Fotos: Zero Waste Scotland

O post Descubra o tijolo sustentável feito de resíduos de construção apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/descubra-o-tijolo-sustentavel-feito-de-residuos-de-construcao/feed/ 0 4292
Arquitetos brasileiros ganham Leão de Ouro na Bienal de Veneza https://www.focandonopositivo.com.br/arquitetos-brasileiros-ganham-leao-de-ouro-na-bienal-de-veneza/ https://www.focandonopositivo.com.br/arquitetos-brasileiros-ganham-leao-de-ouro-na-bienal-de-veneza/#respond Sun, 21 May 2023 20:21:38 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4069 Orgulho para arquitetura brasileira: o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional na 18.ª Bienal de Arquitetura de Veneza foi atribuído ao Brasil, com o projeto Terra, dos curadores Gabriela de Matos e Paulo Tavares. A mostra “Terra” propõe repensar o passado para projetar futuros possíveis, destacando atores esquecidos pelos cânones arquitetônicos, em diálogo com […]

O post Arquitetos brasileiros ganham Leão de Ouro na Bienal de Veneza apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Orgulho para arquitetura brasileira: o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional na 18.ª Bienal de Arquitetura de Veneza foi atribuído ao Brasil, com o projeto Terra, dos curadores Gabriela de Matos e Paulo Tavares.

A mostra “Terra” propõe repensar o passado para projetar futuros possíveis, destacando atores esquecidos pelos cânones arquitetônicos, em diálogo com a curadoria da edição, O Laboratório do Futuro”.

Reflete sobre o passado, presente e futuro do Brasil, com foco na terra como centro de discussão, tanto como elemento poético quanto concreto no espaço da exposição.

A exposição demonstra o que várias pesquisas científicas têm comprovado: as terras indígenas e quilombolas são os territórios mais preservados no Brasil. Aponta para um futuro pós-mudanças climáticas, onde “decolonização” e “descarbonização” caminham juntas.

As práticas, tecnologias e costumes relacionados à gestão e produção da terra, como outras formas de fazer e compreender a arquitetura, estão situados na terra e carregam consigo o conhecimento ancestral para ressignificar o presente e vislumbrar outros futuros, não apenas para as comunidades humanas, mas também para as não humanas, em direção a um outro futuro planetário.

Gabriela e Paulo aproveitaram a ocasião para destacar a relevância de valorização dos povos originários e a força que carregam. A escolha da dupla brasileira foi feita por um júri internacional.

“Muito obrigada, povos indígenas”, disse a arquiteta Gabriela Matos, ao agradecer o prêmio, pela primeira vez entregue ao Brasil. Paulo Tavares acrescentou: “Trata-se de reparação, restituição, reconstrução”.

“Nossa proposta parte da ideia de pensar o Brasil enquanto terra. Terra como solo, chão e território. Mas também em seu sentido global e cósmico, como planeta e casa comum a toda a vida. Terra como memória, como patrimônio, mas também como futuro”, resume Gabriela.

“Nós não estávamos esperando, foi uma surpresa”, afirmou Paulo nesta manhã, ainda em Veneza. “Estamos muito honrados com esse prêmio e a resposta do público também tem sido muito entusiasmante. Todos se sentem bastante conectados com a história que nós trazemos no pavilhão”, complementa o arquiteto.

A premiação

A entrega do prêmio foi neste sábado (20/05), no Palácio Ca’ Giustinian, onde foi realizada a Bienal de Veneza cujo tema deste ano foi “O Laboratório do Futuro”.

O Leão de Ouro foi entregue pelo ministro da Cultura da Itália, Gennaro Sangiuliano, e pelo presidente da Bienal, Roberto Cicutto.

Foto: Matteo de Mayda/Courtesy La Biennale di Venezia/dpa/picture alliance

Para o júri, o prêmio dado ao Brasil “por uma exposição de pesquisa e intervenção arquitetônica que centraliza as filosofias e imaginários da população indígena e negra na procura de modos de reparação”.

O júri internacional da exposição é formado por Ippolito Pestellini Laparelli (presidente, Itália), Nora Akawi (Palestina), Thelma Dourado (EUA), Tau Tavengwa (Zimbabué) e Izabela Wieczorek (Polônia).

Fortes emoções

O Ministério da Cultura (MinC), que investiu R$ 1,5 milhão na mostra brasileira, parabeniza os curadores e arquitetos vencedores que ousaram levar a terra do nosso país para cobrir todo o pavilhão e assim fazer os visitantes entrarem em contato direto com as tradições indígenas e quilombolas e com a prática religiosa do Candomblé.

 O arquiteto Paulo Tavares fez um discurso emocionado.

“Trata-se de reconhecer outras formas de conhecimento, outras formas de arquitetura que, como dizemos no pavilhão, se tornaram centrais para enfrentar a crise climática global e podem-nos ensinar outra forma de relação com a terra”, disse.

Os arquitetos Paulo Tavares e Gabriela Matos- Foto: divulgação

Bienal

Também pela primeira vez na história, a curadoria da Bienal de Veneza ficou a cargo de uma mulher negra, a arquiteta, acadêmica e escritora escocesa-ganesa, Lesley Lokko, com quem a ministra da Cultura se reuniu na abertura do Pavilhão do Brasil, (18).

O tema da 18ª edição da Bienal é “O Laboratório do Futuro” e apresenta o continente africano como força motriz na formação do mundo que está por vir e desafia as noções convencionais do que o futuro pode trazer e do que um laboratório pode ser. A Mostra apresenta 63 pavilhões nacionais, nove eventos paralelos na cidade, e 89 participantes, mais da metade da África ou da diáspora africana. 

O post Arquitetos brasileiros ganham Leão de Ouro na Bienal de Veneza apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/arquitetos-brasileiros-ganham-leao-de-ouro-na-bienal-de-veneza/feed/ 0 4069
Prédios mais altos do Brasil que você deveria conhecer https://www.focandonopositivo.com.br/os-predios-mais-altos-do-brasil-que-voce-deveria-conhecer/ https://www.focandonopositivo.com.br/os-predios-mais-altos-do-brasil-que-voce-deveria-conhecer/#respond Tue, 24 Jan 2023 01:06:16 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=3318 Será que os prédios mais altos do Brasil estão na Capital Federal? Bom, que nada! O Brasil possui os maiores arranha-céus em cinco cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Recife e Balneário Camboriú, segundo a Emporis GmbH, empresa de mineração de dados sobre imóveis com sede em Frankfurt am Main, Alemanha. Inclusive, estas cinco […]

O post Prédios mais altos do Brasil que você deveria conhecer apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Será que os prédios mais altos do Brasil estão na Capital Federal? Bom, que nada!

O Brasil possui os maiores arranha-céus em cinco cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Recife e Balneário Camboriú, segundo a Emporis GmbH, empresa de mineração de dados sobre imóveis com sede em Frankfurt am Main, Alemanha.

Inclusive, estas cinco cidades estariam entre as cem com maior quantidade de arranha-céus do mundo. Sabia disso?

O primeiro edifício de grande porte construído no Brasil foi o Sampaio Moreira, em São Paulo, no ano de 1924. Também são construções emblemáticas da Engenharia e Arquitetura Brasileira os edifícios A Noite, no Rio, e Martinelli, em São Paulo.

Ah! E caso você esteja se perguntando: Que tipo de prédio é considerado arranha-céu?, saiba que são aqueles com mais de 150 metros de altura, de acordo com o portal Engenharia 360.

Dubai brasileira

Balneário Camboriú no estado de Santa Catarina (SC) é a cidade que concentra o maior número de arranha-céus no ranking dos prédios super altos no Brasil, de acordo com o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH).

Dos 10 primeiros, ao menos seis estão na cidade, por isso já foi apelidada de “Dubai brasileira”.

Focando no  positivo esteve no Balneário Camboriú e apresenta a orla da praia central com os maiores arranha-ceús do Brasil

Balneário Camboriú tem 45,214 km² de extensão e é a segunda menor cidade do SC, segundo o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), porém, tem grande destaque mundial pela arquitetura verticalizada que a caracteriza.

Confira os 5 maiores arranha-céus do Brasil:

1- One Tower (290 m)

Este arranha-céu está localizado em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Ele foi recém-lançado, neste dezembro de 2022. Portanto, assumiu o primeiro lugar como o maior prédio do Brasil e o segundo mais alto da América do Sul.

O edifício está localizado na Avenida Atlântica em frente à praia que teve a faixa de areia alargada, e foi entregue aos moradores com todos os 119 apartamentos vendidos no dia 17 de dezembro.

Segundo a FG, que é a responsável pelo investimento, o prédio tem 290 metros de altura e 84 pavimentos. Desses, 70 são habitáveis. Além disso, quatro andares foram reservados para área de lazer. Conforme a construtora, esses 20 ambientes fazem o prédio ter também a área de lazer mais alta das Américas.

2- Yachthouse Residence Club (281 m)

Este é um complexo residencial com duas torres, as lindas gêmeas, também no Balneário Camboriú. Ele foi lançado em 2021 pelo Grupo Pasqualotto & GT, com design do escritório Pininfarina.

Vale destacar que sua construção empregou 600 trabalhadores. Também foram usados 87 mil m³ de concreto, empregando a técnica outrigger. E, dentro, foram instalados 22 elevadores.

3- Infinity Coast Tower (234 m)

Mais um espetacular exemplar de Camboriú, este de 2019. Foi o maior arranha-céu do Brasil por um ano. Mesmo assim, é um dos mais altos da América Latina.

Porém, olha que interessante, os construtores já afirmaram que jamais tiveram a intenção de atingir estas marcas.

4- Epic Tower (190 m)

Voltamos ao Balneário Camboriú para apresentar outro arranha-céu, este inaugurado em 2016.

Epic Tower tem 190 metros de altura, sendo considerado um dos frente mar mais altos do Brasil o seu horizonte particular na privilegiada Barra Sul.

Com fachada imponente e moderna toda curvada em vidro, o destaque está na exclusividade de cada um dos apartamentos. Com visão 112º, os apartamentos de altíssimo padrão tem a opção de três, quatro ou cinco suítes. Ao todo são 55 andares e um apartamento por andar

5- Tour Geneve (183 m)

Este arranha-céu – residencial, empresarial e comercial – é do bairro de Altiplano, em João Pessoa, na Paraíba. E ele é o prédio mais alto da região Nordeste do Brasil, com vista deslumbrante para o mar e para o seu próprio paisagismo ao redor.

O destaque do seu projeto, de 2018, é a cisterna de reaproveitamento de 300 mil litros d’água, com direito a peixes decorativos, paredes vegetais e muitas áreas verdes. Um símbolo de conforto, bem-estar e sustentabilidade!

Com informação do Engenieria 360

O post Prédios mais altos do Brasil que você deveria conhecer apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/os-predios-mais-altos-do-brasil-que-voce-deveria-conhecer/feed/ 0 3318
Calçadas de Curitiba a arte sob os nossos pés https://www.focandonopositivo.com.br/calcadas-de-curitiba-a-arte-sob-os-nossos-pes/ https://www.focandonopositivo.com.br/calcadas-de-curitiba-a-arte-sob-os-nossos-pes/#respond Tue, 14 Jun 2022 20:00:43 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=2088 Quem visita Curitiba tem o prazer de caminhar nas longas calçadas cheias de recortes de pedrinhas e uma espécie de quebra cabeças preto e branco. Estas são as calçadas petit-pavé, também conhecido como mosaico português. Umas verdadeiras obras de arte sob os nossos pés. Além do charme que elas dão à cidade, os desenhos que […]

O post Calçadas de Curitiba a arte sob os nossos pés apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Quem visita Curitiba tem o prazer de caminhar nas longas calçadas cheias de recortes de pedrinhas e uma espécie de quebra cabeças preto e branco. Estas são as calçadas petit-pavé, também conhecido como mosaico português. Umas verdadeiras obras de arte sob os nossos pés.

Além do charme que elas dão à cidade, os desenhos que os curitibanos e turistas pisam têm muitas histórias, arte, cultura e o talento de pessoas. Assentadas por mestres calceteiros de várias épocas, o trabalho artesanal e milenar resiste o passar dos anos.

As calçadas foram criadas pelo artista do Movimento Paranista Lange de Morretes no começo do século 20, quando vários artistas do velho continente vieram para as ex-colônias de Portugal e trouxeram a técnica dos mosaicos portugueses com basalto e calcário que é preservada até hoje.

O Movimento Paranista foi uma proposta estética regional, concebida para valorizar a identidade paranaense por meio de elementos que simbolizassem a singularidade do Paraná nas artes. O pinheiro (o principal deles), o pinhão, a erva-mate, a onça e a gralha azul estavam entre eles.

As calçadas de mosaico português ou petit-pavé são a identidade do Centro de Curitiba.Praça Osório. Foto: Dulce Maria Rodriguez

O mestre revela o secredo da técnica

Na Rua Voluntários da Pátria, no Centro, no ano de 2019 as mãos caprichosas dos irmãos e mestres dos mosaicos portugueses Sebastião e José de Souza têm reconstruído o petit-pavé que fizeram na mesma via há quase 50 anos. Um dos primeiros e dos muitos trabalhos feitos pelos irmãos na capital paranaense.

O segredo da técnica segundo Sebastião começa já na inspeção da qualidade da pedra, que deve ser bem cortada e com as dimensões de uma caixinha de fósforos. O tamanho menor deixa o mosaico mais bonito. A quantidade e o peso do que vai passar por cima da calçada conta também.

O preparo do terreno é igualmente importante: deve-se retirar uma camada de até oito centímetros de terra. Depois, medir o caimento do lugar, que deve ser proporcional à metragem. Antes de despejar a massa feita de areia e cimento, é preciso mexer, espalhar e nivelar.

O bom calceteiro vê com as mãos. Só pelo tato ele sabe qual das seis faces da pedra encaixará melhor. Foto: Daniel Castellano / SMCS

Aí entram as pedras. Para fazer os desenhos como os de pinhão e motivos indígenas, as pedras devem ser posicionadas sobre a base. “A colocação é sempre de fora da forma para dentro.” Cada pedra é encaixada seguindo o desenho definido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), responsável pelos projetos.

Para um metro quadrado de calçada de petit-pavé, os calceteiros usam entre 300 e 350 pedras, dependendo do desenho. “Por dia dá pra fazer uns 6 metros quadrados”, contou Sebastião para o portal XV Curitiba.

Uma a uma, o calceteiro escolhe pelo toque o lado da pedra que fica voltado para cima, onde o pedestre vai pisar. Se não der o encaixe, é preciso preparar a pedra antes de assentá-la. 

A técnica trazida por imigrantes no início do século 20, no Curitiba ganhaou desenhos art déco e art nouveau. Rua XV de Novembro. Foto: Dulce Maria Rodriguez

Ainda tem o fato de a mão não poder parar. Isso mesmo. Entre fixar uma pedra e procurar pela próxima, o martelinho continua. Do contrário, o ritmo vai por água abaixo.

Depois de terminar o trecho, o acabamento se dá por duas ou três camadas de massa de areia e cimento para os rejuntes. Entre uma e outra, a área é molhada e tudo é emparelhado com o soquete de madeira. “Esse é o momento de consertar as costas”, brinca .

O Movimento Paranista foi uma proposta estética regional criado por artistas e como Lange de Morretes, Domingos Nascimento, Romário Martins, Zaco Paraná e João Turin. Rua Monsenhor Celso. Foto: Dulce Maria Rodriguez

Onde encontrar na cidade?

Por toda a cidade é possível encontrar os diferentes desenhos das calçadas, mas principalmente no Centro e próximo aos pontos turísticos, você encontra com mais facilidade.

Próximo à Praça Tiradentes, você encontra calçadas com desenhos modernistas, com motivos geométricos criados pelo arquiteto Osvaldo Navaro.

Para se ter uma ideia da complexidade do petit-pavé, eis aqui alguns números: cada m² bem-feito precisa de 250 a 300 pedras. Rua da UFP. Foto: Dulce Maria Rodriguez

Já na Praça Osório, as calçadas curitibanas tornam-se um charme, desenhadas com pinhões nas laterais e desenhos com linhas sinuosas que fazem parte do movimento art nouveau. É o desenho mais clássico e muito amado pelos curitibanos.

Ao lado do Teatro Guaíra você encontra as lindas ondas do mar e próximo a qualquer parque você consegue pisar nos desenhos de Araucárias e indígenas que circulam pela cidade.

Curitiba é cheia de arte. Foto: divulgação

O post Calçadas de Curitiba a arte sob os nossos pés apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/calcadas-de-curitiba-a-arte-sob-os-nossos-pes/feed/ 0 2088
Tendencia ecológica: conheça uma casa “verde” https://www.focandonopositivo.com.br/tendencia-ecologica-conheca-uma-casa-verde/ https://www.focandonopositivo.com.br/tendencia-ecologica-conheca-uma-casa-verde/#respond Mon, 18 Apr 2022 21:20:23 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=1867 Com o risco cada vez maior do esgotamento dos recursos naturais, diversas áreas produtivas têm procurado formas de fazer a sua parte para a preservação do meio ambiente. Com a arquitetura não é  diferente. Por isso, surgiu o termo “arquitetura sustentável”, que diz respeito aos projetos que visam diminuir seu impacto ambiental ao mínimo, usando […]

O post Tendencia ecológica: conheça uma casa “verde” apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Com o risco cada vez maior do esgotamento dos recursos naturais, diversas áreas produtivas têm procurado formas de fazer a sua parte para a preservação do meio ambiente. Com a arquitetura não é  diferente.

Por isso, surgiu o termo “arquitetura sustentável”, que diz respeito aos projetos que visam diminuir seu impacto ambiental ao mínimo, usando fontes renováveis de energia e diversas estratégias.

As casas “verdes” ou ecológicas são um exemplo desse tipo de arquitetura e vêm cada vez mais passando de planta para projeto. Escolher por construir uma casa “verde”, é optar pelo bem-estar pessoal e o bem do meio ambiente.

Algumas características dos projetos ecológicos e sustentáveis contemplam o reaproveitamento da água das chuvas, uso de energia solar, telhados verdes, iluminação natural, construção rápida e com otimização de materiais, reutilização e reciclagem de recursos.

Casas ecológicas são construídas de modo que a luz do sol seja a principal fonte de energia do recinto, com painéis solares e conversores, toda luz solar é convertida em energia e armazenada para o consumo noturno, já que durante o dia, a estrutura da casa permite que a luz solar acesse todos os cômodos iluminando-os, poupando lâmpadas e, ventilando o local, dispensando ar-condicionado ou ventiladores, divulgou o portal Ciclovivo.

Casas verdes utilizam materiais recicláveis e reutilizáveis que agridem menos o meio ambiente. Fotos: João Carranca | Madeiguincho

Se compararmos uma casa ecológica com uma casa convencional, a casa ecológica apresenta diversas vantagens, entre elas, o preço que é relativamente menor, e, o tempo de construção menor. 

Menos é mais

Adotar a filosofia de que menos é mais e viver de maneira mais leve e simples se torna fácil dentro de um espaço projetado especialmente para esta escolha. Esta é a ideia por trás da casa Adraga, uma  mini casa (Tiny house, em inglés) sobre rodas projetada pela Madeiguincho, empresa familiar portuguesa que une arquitetura e marcenaria.

A empresa projeta e produz mini casas personalizadas. A Adraga foi construída para um casal de aposentados, unindo não só conforto e facilidade, mas a preocupação em criar uma conexão maior com a natureza, já que os moradores queriam se desconectar do ritmo frenético da cidade e se reconectar com um modo de vida mais simples e natural.

Para isso o projeto inclui sistemas de coleta de água de chuva, espaço para compostagem e energia solar.

Olhando por fora são 7 metros de uma estrutura revestida em madeira. Gonçalo Marrote, arquiteto e CEO da Madeiguincho, explica que a ideia é integrar a casa com os canteiros e a área de compostagem – os próximos passos do projeto.

Dessa forma o casal terá fácil acesso aos alimentos produzidos e ao adubo orgânico que vai ser usado no cultivo.

Se para muitos morar em pequenos espaços é a única opção possível, para outros é um estilo de vida. Fotos: João Carranca | Madeiguincho

Com grandes portas envidraçadas, uma extremidade da casa se abre completamente para o exterior nos dias de calor, evitando o uso de ar condicionado. 

Com temperaturas baixas, os vidros permitem a entrada de luz natural, reduzindo assim a dependência de iluminação artificial e o consumo de energia.

Casas verdes e ecologicamente corretas vêm se tornando comuns na hora de se planejar um ambiente que vise minimizar os impactos ambientais. Fotos: João Carranca | Madeiguincho

Todas as necessidades elétricas são abastecidas por painéis solares, instalados no telhado e voltados para o sul. As placas ainda podem ser ajustadas para uma inclinação de 30%, o que maximiza a produção de energia renovável ao longo de todo o ano.

A energia produzida é então armazenada para uso posterior. 

Optimizar os espaços

No interior, o objetivo é otimizar ao máximo os espaços de convivência e armazenamento, com móveis multifuncionais e espaços para guardar as coisas inseridos em diversos lugares, garantindo fácil acesso a tudo, sem prejudicar a decoração.

Dois exemplos são o sofá da sala de estar, que tem espaço de armazenamento na parte inferior, e a mesa de jantar dobrável que pode aumentar ou diminuir de tamanho de acordo com a quantidade de pessoas.

O “sofá-baú” pode ser usado tanto como cadeira para um jantar como se transformar numa cama extra de hóspedes, com a mesa de jantar deslocada para o lado.

O espaço da cozinha também é otimizado com ideias de design simples, mas bastante eficazes. O fogão fica embutido no balcão e pode ser coberto com uma tábua grossa de madeira, garantindo mais espaço na bancada.

O desafío é integrar o conforto à sustentabilidade. Fotos: João Carranca | Madeiguincho

As escadas têm degraus largos para facilitar o acesso ao quarto, mas também funcionam como um armário embutido, graças aos espaços de armazenamento incluídos sob os degraus.

A cama é grande e mostra que a vida em uma mini-casa não é sinônimo de desconforto. Quem ainda tem alguma dúvida, pode dar uma olhada no banheiro, com uma área de ducha bem especial.

Fotos: João Carranca | Madeiguincho

Todos os recursos fazem com que “cada pequena casa se torne um organismo vivo móvel totalmente sustentável”, afirma o escritório Madeiguincho.

O movimento das mini casas (Tiny Houses, em inglês) já existe há muito tempo, mas a procura aumentou no último ano com a pandemia, segundo a arquiteta Camilla Pereira, do escritório Porto Quadrado.

Uma educação voltada para a consciência ecológica e a convivência com a natureza formam o alicerce para que as futuras gerações vivam mais harmoniosamente. É ainda um caminho longo a ser percorrido, mas que passo a passo vem sendo conquistado.

O post Tendencia ecológica: conheça uma casa “verde” apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/tendencia-ecologica-conheca-uma-casa-verde/feed/ 0 1867
As 6 ruas mais bonitas do Brasil, confira https://www.focandonopositivo.com.br/as-6-ruas-mais-bonitas-do-brasil-confira/ https://www.focandonopositivo.com.br/as-6-ruas-mais-bonitas-do-brasil-confira/#respond Mon, 17 Jan 2022 18:59:15 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=1522 Não é novidade que o Brasil conquista cada vez mais espaço no ecoturismo mundial graças a sua biodiversidade natural. No entanto, o país também tem uma rica tradição arquitetônica, que reflete a singularidade da cultura brasileira. As ruas mais bonitas do Brasil, além dos pontos turísticos já renomados, também atraem muitos viajantes, principalmente aqueles que […]

O post As 6 ruas mais bonitas do Brasil, confira apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>

Não é novidade que o Brasil conquista cada vez mais espaço no ecoturismo mundial graças a sua biodiversidade natural. No entanto, o país também tem uma rica tradição arquitetônica, que reflete a singularidade da cultura brasileira.

As ruas mais bonitas do Brasil, além dos pontos turísticos já renomados, também atraem muitos viajantes, principalmente aqueles que gostam de tirar muitas fotos.

O país é cheio de belezas naturais e, em muitas cidades até mesmo as ruas, espaços feitos pelo homem, mantiveram um pedaço da natureza, o que as tornam de cair o queixo.

Segundo Casa Vogue seis ruas do Brasil você não pode deixar de conhecer, nem que seja virtualmente!

Confira:

Foto: Getty Images

1- Rua Gonçalo de Carvalho, em Porto Alegre (RS)

Esta foto, você com certeza já viu! É que esta rua na capital gaúcha ganhou a fama de “a mais bonita do mundo” na internet.

Com quase 500 metros de calçada e mais de 100 árvores que se fecham em um túnel, a rua é famosa entre os moradores e visitantes da cidade e, por isso, entrou na nossa lista de ruas mais bonitas do Brasil.

Tudo começou quando imagens da rua viralizaram e, agora, a rua se tornou parada obrigatória para os turistas que visitam Porto Alegre. Localizada na divisão entre os bairros Independência e Floresta, a importância da rua é tanta que ela foi decretada como Patrimônio Histórico, Cultural, Ecológico e Ambiental do município!

Além da beleza, a rua ficou marcada também pela luta constante dos moradores pela preservação da natureza que ali reside.

Foto: Getty Images/iStockphoto

2-Rua do Bom Jesus, em Recife (PE)

Outra rua nacional que ficou conhecida mundo afora!

Em 2019, a publicação americana Architectural Digest listou as 31 ruas mais bonitas do mundo, e a única representante brasileira foi a Rua do Bom Jesus, em Recife — que, aliás, chegou à terceira posição!

Não bastassem as fachadas coloridas, o local é riquíssimo em história, datando do século 15. A rua também abrigou a primeira sinagoga construída nas Américas, a Kahal Zur Israel.

Foto: Getty Images

3-Rua das Pedras, em Búzios (RJ)

Passar por ela é quase obrigatório para quem visita a cidade turística de Búzios, no Rio.

Na verdade, a Rua das Pedras é um dos principais pontos turísticos do município — depois das praias, é claro. É conhecida por reunir diversos restaurantes, bares e lojas.

Apesar de, oficialmente, ter apenas 600 m de extensão, a região a seu redor acabou sendo englobada pelo comércio local e transformando a área na mais badalada da cidade.

Foto: Getty Images

4-Rua das Flores, em Curitiba (PR)

A Rua das Flores ficou famosa na década de 70 por ser a primeira grande avenida do país exclusiva para pedestres. Era e ainda é incrivelmente fotogênica, com todos aqueles canteiros, vasos coloridos e calçadas em petit-pavé.

Mas o calçadão passa longe da imagem idealizada da Curitiba perfeitinha. Se transformou em um ponto turístico da cidade, reunindo diversas opções de comércio e gastronomia em uma área que ficou conhecida como “Calçadão da Rua das Flores”.

É um lugar para viver a cidade de verdade. Tomar café, comprar jornal e flores na banca, procurar promoção nas lojas populares, ver o povo passar. E esbarrar naquelas figuras folclóricas que já viraram referência na rua.

Foto: Getty Images

5- Rua do Mucugê, em Arraial d’Ajuda (BA)

Apelidada de “a mais charmosa do Brasil”, esta rua encanta sobretudo por seu caminho de pedras e diversas opções de gastronomia. À noite, as luzes criam um clima intimista e romântico para a vida noturna da área.

Na plataforma Trip Advisor, a rua também ganhou o selo “Traveller’s Choice 2020” (Escolha do Viajante, em tradução livre).

A rua tem um diferencial simples e rústico, o que faz com que o visitante se sinta confortável e aconchegado. Andando pela rua você vai se deparar com muita cultura também! Apresentações de música, artes plásticas e muito mais são comuns por lá.

Além disso, a gastronomia local é sem igual! Ao visitar a rua do Mucugê, não deixe de conhecer os bares e restaurantes que ficam por lá, garantimos que você vai se apaixonar.

Será que tem como melhorar? Tem SIM!! Ela é a rua que dá acesso à praia do Mucugê, ou seja, você ainda pode finalizar seu passeio em uma das ruas mais bonitas do Brasil se refrescando nas águas claras do mar!

Foto: Getty Images

6-Rua do Giz, em São Luís (MA)

Conhecida por sua escadaria de 35 degraus, a Rua do Giz fica no famoso Centro Histórico de São Luís. Além de reunir exemplos de arquitetura colonial, abriga diversas instituições culturais e científicas importantes da capital, como o Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueológica do Maranhão e o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho.

A beleza da rua mora em cada detalhe do conjunto arquitetônico, desde os azulejos que refletem a época da colonização portuguesa até a majestosa escadaria, que possui 32 degraus.

E o nome Rua do Giz tem uma história! Segundo historiadores locais, antigamente no lugar do chão de concreto havia um tipo de argila que gerava bastante poeira branca – daí o Giz!

Os prédios da rua foram mantidos intactos! Pela arquitetura homogênea é perceptível que tudo ali foi muito bem conservado e que manteve a construção original.

Por ser uma rua tão harmônica em sua arquitetura, acabou contribuindo para que a cidade de São Luís fosse reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade!

Do alto da rua, na praça Benedito Leite, você pode contemplar um pôr do sol de deixar qualquer um de boca aberta!

O post As 6 ruas mais bonitas do Brasil, confira apareceu primeiro em Focando No Positivo.

]]>
https://www.focandonopositivo.com.br/as-6-ruas-mais-bonitas-do-brasil-confira/feed/ 0 1522