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Na pitoresca estação ferroviária da cidade de Jundiaí em São Paulo, começa uma viagem pela tradição vinífera italiana, que mais do que um legado cultural; é uma celebração que perdura há mais de um século.

O aroma adocicado das vinhas em Jundiaí não é apenas o resultado do clima favorável, mas também da rica herança trazida pelos imigrantes italianos que se estabeleceram na região no final do século XIX.

Inicialmente, a produção de vinho era um tesouro guardado para o consumo familiar, mas ao longo do tempo, as adegas se expandiram, tornando-se não apenas um ponto de orgulho local, mas uma atração reconhecida em toda a região.

As adegas, verdadeiros templos da enologia, abrem suas portas não apenas para os moradores locais, mas também para visitantes vindos de todo o país e do exterior.

Cada adega é uma porta de entrada para um mundo de sabores, onde os visitantes podem degustar vinhos que carregam consigo a história das vinhas jundiaienses.

Tradição e modernidade

Atualmente, Jundiai abriga 20 adegas produtoras de vinho, cada uma delas contando uma história única e oferecendo uma experiência sensorial incomparável.

Nesta cidade a tradição e a modernidade se entrelaçam harmoniosamente em cada garrafa. Cada gole conta uma história de paixão, dedicação e um profundo respeito pela arte da produção vinífera.

Focando no positivo esteve lá junto com Frederico Rebouças e Yordano Blanco em um passeio pelas adegas. Foi possível não apenas degustar vinhos, mas também sentir o orgulho pelo trabalho de qualidade dos esforzados produtores. 

Conheça dois das sensacionais adegas do Jundiai:

Maziero

A família Maziero chegou ao Brasil em 1888 e foi encaminhada para a cidade de Araras, onde deveria trabalhar as fazendas de café da região, publicou o portal Turismo no Jundiai.

Após alguns meses, João Maziero recebe a visita do então amigo e companheiro de viagem Leopoldo Mingoti, que lhe oferece terras em Jundiaí, na região conhecida hoje como Caxambu. João aceita e passa a plantar uva e produzir vinho em sua propriedade.

A venda do vinho começou em 1954, quando Pedro Maziero, ainda criança, resolveu vender parte do vinho produzido na propriedade. A partir daí, a família além de comercializar uvas, passou a produzir vinho mantendo a tradição.

@adegamaziero

Fundada há mais de 60 anos, a Adega Maziero, atualmente administrada por Pedro Maziero e seu filho Clemente Natal Maziero, foi a adega escolhida para produzir o vinho que o Papa Bento XVI celebrou a missa em sua vinda ao Brasil em 2007. O vinho servido para a celebração foi o Rosé Suave.

Frederico Rebouças, Yordano Blanco e Dulce Maria Rodriguez na adega Maziero

Em 2013 a Adega Maziero voltou a fornecer o vinho que foi servido no almoço do Papa Francisco em sua visita ao Brasil.

O vinho servido foi o Moscato Seco e o Bordô Seco para o almoço e Rosé para a celebração.

Brunholi

A Família Brunholi teve origem no Brasil, quando o senhor Antônio Brunholi, fugindo da guerra chegou na cidade de Itatiba e começou a trabalhar nas lavouras de café.

Depois de alguns anos conseguiu comprar um pedaço de terra em Jundiaí (Sítio Pinhanduva) onde começou com a sua plantação de uva. Foram vários anos e até hoje 4 gerações que deram continuidade ao seu sonho, de acordo com o portal Turismo Jundiaí.

Hoje o Complexo Turístico Villa Brunholi, possui a Fábrica de Vinhos, a Adega, o Restaurante, o Museu do Vinho e uma mini fazenda.

Com mais de 13 rótulos de vinho e 03 rótulos de espumantes, sua adega oferece bebidas diversas com fabricação própria.

Recebe por volta de 2000 pessoas em um final de semana passando por suas diversas atividades.

@villabrunholi um cantinho da Italia em Jundiaí

Museu

Um tonel de quase seis metros de altura e com capacidade para 110 mil litros abriga o Museu do Vinho, dentro do complexo Villa Brunholi.

O Museu do Vinho foi montado em 2002 por iniciativa da família Brunholi com a colaboração de outras famílias tradicionais da cidade como Fontebasso, Bronzeri, Marquezin e Spiandorelo.

No local é possível encontrar painéis contando a história dividida em famílias, imigração e uva e vinho, além de utensílios de uso doméstico e produção de vinho.

Dos tintos encorpados aos frescos brancos, passando pelos delicados roses, as adegas em Jundiaí oferecem uma gama enorme de opções. Secos, suaves, frizantes – a diversidade é o segredo dessa experiência única.

Cada adega, com seu toque especial, tem se dedicado a aprimorar e inovar, proporcionando aos amantes do vinho uma experiência que vai além do paladar.

Conheça!

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Aprecie 3 cafés charmosos no Centro Histórico de São Paulo https://www.focandonopositivo.com.br/aprecie-3-cafes-historicos-no-centro-historico-de-sao-paulo/ https://www.focandonopositivo.com.br/aprecie-3-cafes-historicos-no-centro-historico-de-sao-paulo/#comments Sat, 01 Oct 2022 17:34:17 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=2663 O Centro Histórico de São Paulo tem muitos atrativos. Prédios de grande riqueza artística, histórica e arquitetônica, museus, centros culturais e igrejas. É um lugar ideal para caminhar e admirar. Todos os dias, milhares de paulistanos visitam a região para trabalhar, fazer compras, aproveitar as opções culturais e gastronômicas. É nesta área que estão pontos […]

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O Centro Histórico de São Paulo tem muitos atrativos. Prédios de grande riqueza artística, histórica e arquitetônica, museus, centros culturais e igrejas. É um lugar ideal para caminhar e admirar.

Todos os dias, milhares de paulistanos visitam a região para trabalhar, fazer compras, aproveitar as opções culturais e gastronômicas. É nesta área que estão pontos turísticos como o Museu Anchieta, Farol Santander, Centro Cultural Banco do Brasil, Mosteiro de São Bento, Edifício Martinelli, Edifício Matarazzo, Faculdade de Direito do Largo São Francisco, Sampa Sky, entre outros. 

Pensando nessa demanda populosa e no significado que a região tem para o paulistano, nasceu o projeto Triângulo SP – com o objetivo de trazer para o entorno, atrativos noturnos e aos finais de semana, tornando-o um dos principais destinos turísticos da capital.

O projeto é da Prefeitura de São Paulo, com a coordenação da Secretaria Municipal de Turismo. 

Largo do café, no Centro, até hoje abriga inúmeros bares e cafeterias. Foto: Wikimapia

Opções para todos os gostos

Desde dezembro de 2018, o Triângulo SP recebe eventos destinados aos mais diversos públicos, como o Festival de Natal, Históricos de São Paulo, corridas de rua, entre outros.

Com a retomada possibilitada pelo avanço da vacinação e o maior controle da pandemia, a programação para este perímetro da cidade está de volta informou a prefeitura.

E quando bate aquela fominha ou dá vontade de parar para descansar ou pensar sobre o que se viu? Ou postar as fotos incríveis dos prédios históricos nas redes sociais? É a hora de procurar por um dos cafés do Centro Histórico de São Paulo.

E não são poucas as opções na região, de cafeterias tradicionais para tomar um expresso no balcão aos que oferecem uma vista privilegiada da região onde São Paulo nasceu.

É neste contexto que a 3ª edição do Festival do Café no Triângulo SP retornou como evento presencial.

Trinta estabelecimentos da região central participam com menus e promoções exclusivas, quase o dobro da primeira edição.

Cheiro de café nas ruas

A produção cafeeira está diretamente ligada ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. O grão chegou ao Brasil no século 18, trazido da Guiana Francesa e em São Paulo encontrou as condições climáticas favoráveis para seu cultivo.

Questões territoriais como o rápido escoamento da produção pelo Porto de Santos tornaram-se decisivas para contribuir para sua expansão.  

Durante os séculos 19 e 20, o café foi a principal base econômica da capital e do Brasil. A produção de café trouxe um cenário favorável para investir em atividades ligadas à indústria e ao desenvolvimento do comércio interno e na construção de portos, ferrovias e em atividades ligadas à indústria e ao desenvolvimento do comércio interno.

Basta caminhar pelas ruas e você encontrará algumas das maiores obras cafeeiras que são frutos da nossa relação de carinho com o grão. 1929.

Edifício Martinelli. Foto: divulgação

O famoso Edifício Martinelli, por exemplo, é considerado uma construção ligada à história do café na cidade por ter funcionado um dos cafés mais charmosos da época – o “Café Brandão” – muito antes de se tornar um edifício, em 1929.

Bem próximo ao charmoso Martinelli, é possível ver o Largo do Café, onde eram feitas as compras e vendas de café até à criação da Bolsa Oficial do Café de Santos, em 1914. 

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) também faz parte desta vasta história da cidade com o café. O prédio, inaugurado em 1927, era a antiga sede do Banco do Brasil, em São Paulo, e conta com vários detalhes que remetem ao grão em sua decoração.

O Brasil continua sendo o maior exportador e segundo maior consumidor do grão em todo o planeta. Por isso, até hoje, muitas regiões ainda respiram os frutos do enriquecimento com a indústria cafeeira: na arquitetura dos palácios colonias preservados e, obviamente, na mesa.

Nesse contexto, a cidade de São Paulo talvez seja o maior representante da herança do “Ouro Negro”. Na Terra da Garoa, o café é uma espécie de bebida sagrada, presente não só nas padarias e confeitarias típicas da cidade, mas em todos os cantos da metrópole.

Conheça algumas das melhores cafeterias

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR), promove até o  sábado (01/10), o Festival do Café no Triangulo SP. O evento oferece programação artística gratuita, workshops e bate-papos sobre café.

Desde sua primeira edição, em 2019, o evento acontece com o objetivo de fomento ao turismo. A edição atual traz quase o dobro de cafeterias participantes, saindo de 18 para 30.

Na programação, o público poderá conferir desde cafeterias de rede como Starbucks, Cacau Show e Café Latte até espaços que só existem no Centro como o Café Martinelli, Badaró Art Caffé, Casa Godinho, Espaço Priceless, Café Girondino, o mais antigo de São Paulo em atividade, e muitos outros.

Focando no positivo elaborou um roteiro especial para os amantes do café, confira:

Café Martinelli na rua Líbero Badaró, 508, SP. Foto divulgação

Café Martinelli

No térreo do Edifício Martinelli local foi aberto em 1993, mas nem parece: a decoração e o mobiliário transportam você para o começo do século 20, quando o edifício foi construído e se tornou o prédio mais alto do país.

Além da atmosfera que remete a um bistrô parisiense, o café tem um cardápio com quiches, tortas, massas e saladas. Além, é claro, de um bom café espresso e outras especialidades.

Badaró ART Café fica na rua Líbero Badaró, 408, SP. Foto: divulgação

Badaró ART Café  

Vista para um local histórico também é o que oferece o Badaró Art Caffé. A janela do primeiro andar dá direitinho para o prédio do Theatro Municipal, do outro lado do Vale do Anhangabaú – e nos fins de tarde, para o pôr do sol.

Com decoração moderna, o café tem três pisos, e o subsolo tem um wine bar, que vende vinhos e taça, extraídos com uma máquina especial que evita que o líquido restante tenha contato com o ar e permite experimentar uma grande variedade de vinhos e espumantes.

O cardápio oferece desde combos de café da manhã a almoços leves e sanduíches especiais, além de tábuas de frios e porções para o happy hour.

Café Girondino, rua Boa Vista, 365, SP. Foto: divulgação

Café Girondino

Um dos poucos que funcionam no fim de semana é o Café Girondino. Bem em frente ao Mosteiro de São Bento, ele se beneficia da vista privilegiada da construção dos monges, do outro lado da rua.

A vista interna, com decoração que evoca a São Paulo do século 19, também convida a uma pausa na correria das ruas ao redor, especialmente durante a semana. O cardápio é amplo, de café da manhã a almoço e cerveja e petiscos para o happy hour.

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